17-09-2019

noticias alojamento local

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    2ª feira

    • O Jornal Económico lança um artigo bastante útil onde explica aos proprietários de Alojamento Local a quem devem emitir a fatura: ao hóspede final ou à plataforma eletrónica onde anunciam o alojamento;
    • Entrevistado vice-presidente da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, Joaquim Ribeiro, que vem lembrar o papel do Alojamento Local na reabilitação urbana: “(..)Mas o que seria das cidades se não tivéssemos tido o alojamento local, que é uma oferta de turismo verdadeiramente essencial não só em Portugal, mas em todas as cidades europeias?(..)”;
    • A propósito da Lei de Bases da Habitação, no site da RTP, é possível ver a entrevista dada à Antena 1 pela Helena Roseta, deputada da Assembleia da República (AR), Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa e coordenadora do Grupo de Trabalho da Habitação da AR;
    • Noticia o Expresso que o PS quer que as novas regras do Alojamento Local entrem em vigor só em 2019;

     

    3ª feira

    • A Rádio Renascença detalhaa proposta do PS para o Alojamento Local, onde é defendida a possibilidade de existirem quotas a nível local e onde é explicada a possibilidade dos condomínios se pronunciarem sobre os alojamentos;


    4ª feira

    • Foi notíciaa posição conjunta que a Associação do Alojamento Local em Portugal (ALEP) e a Associação de Hotelaria, Restauração e Similares (AHRESP) tomaram no dia em que os partidos apresentaram no Parlamento as propostas de alteração ao diploma do Alojamento Local: “Há 33 mil famílias em Portugal a depender do sector”;


    5ª feira

    • No Dinheiro Vivo, um artigoque explica ao detalhe o regime de tributação para os proprietários de Alojamento Local que delegam a gestão dos seus imóveis;


    6ª feira

    • A votação das propostas legislativas para alterar o regime jurídico do Alojamento Local foi adiada para dia 17 de Junho. O Expresso resumeo que está em cima da mesa.
  • Não precisávamos escrever este artigo de opinião a partir de outro, mas na verdade veio a necessidade de o escrever a partir da leitura do artigo do ECO de 25 de Agosto. Que no global é um artigo esclarecedor e positivo. O que deixamos aqui é mais uma visão social e política na breve história do Alojamento Local a complementar os números. 


    Até 2014, quase tudo se fazia dentro da economia paralela. 

    Ninguém pagava impostos mas também ninguém se chateava e o estado/político não se preocupava. Em 2014 regulamentou-se, com o Regime Jurídico do Alojamento Local, de forma simples sem embandeirar em "simplexes". Os registos e legalizações dispararam, os empresários legalizaram, novos vieram porque FINALMENTE algo se começava a regular sem burocracias, ou seja, foi encontrada uma formula equilibrada entre a economia paralela e um controle do estado por via de uma legislação fácil de perceber pelo cidadão.

    2015..., foi um sucesso a lei de 2014.
    Com 40.000 novos registos por via da desburocratização. Mas em Portugal muita pessoas não gostam que o vizinho do lado tenha sucesso mesmo que pague os seus impostos, trabalhe 12 a 16 horas por dia incluindo fins de semana. Muitos não gostam dos que saem da fila da carneirada e entrem no grupo dos bem sucedidos pelos seus próprios meios.

    2016..., o assunto tornou-se sério.
    Uma vaga de 50.000 portugueses e estrangeiros colocam aqui o seu dinheiro e não em offshores.
    Deixam em Portugal os seus impostos e não em países bem mais amigos do contribuinte, como a Holanda por exemplo.

    2017..., estes 70.000 são agora avisados.
    O sucesso com trabalho é para acabar e o melhor é juntarem-se à carneirada dos subsídio dependentes, porque a famosa lei do do Alojamento Local de 2014 é para acabar. Enquanto isso, não se vê na comunicação social uma única notícia de fiscalização aos que se mantiveram ILEGAIS, mesmo sendo simples encontrá-los..., basta ir ao OLX !

    2018
    Fim do que melhor tinha a famosa lei 128 / 2014 e o que se lê na verdade não é regulação, é acabar com o sucesso destes investidores que têm o vírus do saber fazer muito com pouco, na verdade um vírus saudável, mas que provém de economias de mercado de sucesso que tanta comichão fazem a alguns socialistas. Aqueles que tão preocupados estão com as pessoas, que enquanto na mão direita “sentam as madonas” com a mão esquerda “puxam o tapete” a 70.000 investidores Portugueses. 

    Portanto toca a “blocar” !

     

    António Santos

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  • Notícias do Alojamento Local nos últimos meses e últimas semanas têm sido muitas. Já não há quase nenhum meio mais generalista que não fale do tema e nós que temos o foco no AL não podemos deixar de neste artigo nos centrarmos em 2 questões. 


    A primeira, a confirmação que o AL é um sucesso, escolhido por milhões de turistas de todo o mundo, que já não é um fenómeno passageiro, não é uma moda e é um tipo de alojamento que responde à vontade das pessoas / consumidores. O Alojamento Local é mundial e uma forma de alojamento de curta duração que tem de uma vez por todas ser aceite pelos responsáveis do turismo, da hotelaria e outros responsáveis.

    É uma realidade séria de enorme importância e de modo algum algo residual.

    Estão aí os números, para mostrar como o Alojamento Local em paralelo com a hotelaria tradicional está a ter um papel de enorme importância para o país e não acreditamos que será com “operações” legislativas que se vai mudar ou impedir o AL, será o mercado, os consumidores que de forma natural ditarão caminhos. Alguns operadores de AL vão sair, claro, mas muitos irão ficar e continuar, a fazer sempre melhor, enquanto houver turistas que querem ficar umas vezes em AL e outras em Hotel, usando as 2 opções.

    A relação SERVIÇO / QUALIDADE / PREÇO tudo indica ser o que faz toda a diferença em qualquer um dos tipos de alojamento, AL e Hotel.

    A segunda tem a ver com os números estatísticos do INE publicados na semana passada e referentes a 2017, onde já se inserem dados referentes ao Alojamento Local. Mas que nós não entendemos porquê que o INE só foi ler valores referentes a Als com 10 ou mais camas !!!

    Porquê que o INE, com a credibilidade e importância que tem, refere explicitamente no seu relatório, “A oferta de alojamento local em funcionamento traduziu-se em 2 663 estabelecimentos em julho de 2017, que disponibilizaram 66,6 mil camas”.
    E colocando em rodapé a respetiva nota: “No Continente apenas com 10 ou mais camas; resultados sem o Alojamento Local na RA Açores por diferente metodologia.”.

    Mesmo sabendo nós que o INE tem as suas próprias metodologias de análise, que passam por exemplo por inquéritos às empresas em atividade e daí referir,“ A oferta de alojamento em funcionamento...”, e porque não queremos ficar só pelos dados do INE, fomos cruzar com a base de dados oficial do Turismo de Portugal que é o RNAL.

    Esta base porque é pública, o ZiBilocal magazine foi lá simplesmente pedir estatísticas de registos e chegámos a esta conclusão:

    Registo de Alojamento Local feitos entre 31/7/2014 e 31/7/2018:

    Continente: 59999 registos
    Madeira: 2405 registos

    * À data deste artigo são: 72217 registos de AL

    É óbvio que não estamos a falar de Alojamento Local que oferece só 66 mil camas..., mas sim de mais de 200 mil camas com elevadas taxas de ocupação, em pleno crescimento e com a hotelaria tradicional igualmente a apresentar taxas de crescimento.

    Mesmo que destes 62404 ALs, ( Continente e Reg. Aut. Madeira ) alguns não estivessem em total funcionamento, é óbvio que estamos a falar de uma diferença aproximada de 60000 Als para..., 2663 indicados pelo INE. Esta questão já foi inclusive também verificada pela associação do setor ALEP, neste artigo do DN.

    Serão VIRTUAIS e RESIDUAIS os atuais 72217 ALs ?

     

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